Um tributo ao verdadeiro rei do pop

Publicado por admin em 12 Jan 2010 | sob: Elvis

Um texto roubado do Blog do Jornalista André Forastieri ( http://blogs.r7.com/andre-forastieri/ ) sobre o rei do Rock,Elvis Presley.

Elvis Presley faria 75 anos hoje, se não tivesse morrido drogado, com glaucoma, artrite, fígado e instestino estourados aos 42 anos. Outra divindade roqueira, o igualmente imolado John Lennon, garantia que Elvis partira bem antes, aos 25 anos. O beatle era fã do rei.

Certa vez, Lennon disse: – Antes de Elvis, havia o nada. Também disse: – Elvis morreu no Exército.

O Elvis que interessava para um adolescente órfão e pobre de Liverpool morreu quando careteou. Quando vestiu o uniforme de milico e deixou raparem seu topete.

Importava para Lennon o Elvis roqueiro, horror dos conservadores, que apavorava em shows e liquidificava as tripas das menininhas com seu rebolado de preto safado.

Tudo bem que fosse tudo meio de mentirinha. Que Elvis fosse um caipira filhinho da mamãe, que chupava trejeitos de bad boy dos igualmente falsos bad boys que via no cinema – Marlon Brando, James Dean, Robert Mitchum.

Esse negócio de autenticidade é supervalorizado. Se você anda, voa e grasna como pato, é pato. E o impacto era realíssimo. Elvis era o rei do rock quando foi chamado para o serviço militar.

Voltou rei do pop, o original. Fazendo filmes caretas como GI Blues, coadjuvando no programa de TV de Frank Sinatra e gravando um álbum de hinos religiosos.

Seu primeiro hit depois do retorno foi It’s Now or Never, uma versão cha-cha-cha de O Sole Mio. As cartas estavam na mesa. Foi basicamente isso que ele fez até morrer de vez, em 1977: filmes B, Vegas, carolice, pop caça-níquel.

Naturalmente, são alguns dos filmes B mais divertidos que você já viu; alguns dos shows mais eletrizantes que já animaram um cassino; alguns dos gospels mais emocionantes; algumas pérolas da canção popular que nunca serão superadas.

Mas Elvis não era mais inovador, do ponto de vista musical; nem tinha relevância cultural; e era romper barreiras na música e usar sua fama para mudar o mundo o que interessava para John Lennon.

É inacreditável pensar que Elvis tinha 33 anos no Verão do Amor, 68, e já estava completamente desconectado do que havia de mais quente na cultura jovem.

A explicação é que Elvis, como tantos músicos e talvez a maioria dos superstars, não pensava. Fazia o que mandavam. Não dirigia sua carreira e não escrevia suas músicas.

Cada decisão importante era tomada pelo seu empresário, o famigerado Coronel Tom Parker, que fazia tudo por dinheiro, inclusive perder oportunidades incríveis – e estava se lixando para projetos interessantes, parcerias promissoras, filmes com bons diretores, contratos com compositores de primeira.

Se só o Elvis roqueiro morreu no exército, foi lá que de fato ele colocou o primeiro pé na cova. Porque foi lá que começou a tomar anfetaminas. Gostou, todo mundo gosta. No final da vida era um junkie podre, tomador de tudo que era bola.

Foi ficando cada vez mais descolado do mundo real. Lia obsessivamente a bíblia, encanava que era um profeta, que Deus falava por sua voz, fazia seções mediúnicas, queria ser agente secreto do presidente Nixon, e por aí vai.

É maior hoje do que jamais foi em vida, ungido maior ícone da história da música popular.

A explicação é que o planeta inteiro reconhece a América em Elvis. Reconhece a energia crua, a confusão racial, o talento para o show business; a tensão entre o sex-appeal e o bom-mocismo; a fé em Deus e no próprio taco; a gana infinita por dinheiro, por mais, mais, mais de tudo; e finalmente, a ausência de uma justificativa para seguir em frente, perserverar, existir.

O século 20 foi o século americano. Elvis foi seu maior símbolo e messias: vendeu o american way of life melhor que ninguém.

Mas o século 21 cuida de enterrar o sonho americano a cada dia que passa. Elvis é tão velho e ultrapassado morto, quanto seria se tivesse sobrevivido.

Foi tarde? Foi na hora certa? Elvis viverá para sempre, para sempre oferecido em sacrifício, sempre jovem, sempre belo, solar.

Estava tão sozinho, que só restava morrer. Descanse em paz, rei.

Redd Kross

Publicado por admin em 11 Out 2009 | sob: Redd Kross

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Banda americana formada pelos irmãos Steve e Jeff McDonald, que começaram a tocar juntos muito cedo.

A primeira banda deles chamava-se the Tourists, em 1978. Jeff, com 15, no vocal enquanto Steve, com 11, ficou no baixo. Com o nome de Red Cross, eles conseguiram lançar seu auto-intitulado EP de estréia em 1980.

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Influenciados pelo rock básico dos Rolling Stones, Kiss a Sex Pistols, The Ramones e The B-52’s, seus álbuns merecem atenção, em especial Neurotica, Third Eye e Phaseshifter.

A banda tem oficialmente cinco albuns lançados:

- 1981 - Born Innocent
- 1987 - Neurotica
- 1990 - Third Eye
- 1993 - Phaseshifter
- 1997 - Show World

Shed Seven

Publicado por admin em 11 Out 2009 | sob: Shed Seven

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Britpop de primeira formada em 1991 na cidade de YORK formada por
Rick Witter, vocal, pelo guitarrista Paul Banks, baxista Tom Gladwin e baterista Alan Leach. em 1994, assinando pela Polydor lançou seu primeiro single “Mark”/”Casino Girl”. Apesar de poucos terem se interessado pelo trabalho da banda, seu segundo trabalho, “Dolphin” alcançou o Top 30 da parada inglesa, vindo logo em seguida o lançamento do seu terceiro single “Speakeasy”. O ano de 1994 foi fechado com o lançamento do primeiro LP da banda, “Change Giver”.

O album seguinte, de 1996, Maximum High, também foi muito bem recebido pelo público inglês.

Passaram dois anos na estrada. Então voltaram com o album “Let It Ride”, álbum que não teve o mesmo sucesso que o anterior, tendo como consequência o abandono pela Polydor.

The XX

Publicado por admin em 25 Set 2009 | sob: The XX

The xx é uma banda de Londres, Inglaterra. Eles ficaram em sexto lugar na “The Future 50 list” pela NME em 2009. Seu primeiro álbum, xx, foi lançado pela Young Turks Records no dia 17 de agosto de 2009.

A banda nova mais previamente bombada da cena inglesa, a deliciosa The XX. E, no disco de estréia dos meninos (são dois garotos, duas garotas), não tem UMA música ruim. É realmente incrível, delicioso, libidinal.

A pronúncia para a banda é “ecs-ecs”. O nome é igual o da também deliciosa cerveja mexicana XX, a Dos Equis.

The XX, com a linda “Blood Red Moon”

NEIL YOUNG - HEART OF GOLD

Publicado por admin em 11 Set 2009 | sob: Neil Young, HEART OF GOLD

Em 1968 Neil Young deixa a já consagrada banda Buffalo Springfield para seguir uma sólida carreira solo.
Seus primeiros ótimos álbuns não conseguem ter a mesma repercussão ao público quanto com a crítica.

O álbum que o consagrou, o Harvest foi lançado em 1972. Mesmo seu antecessor sendo bem recebido pela crítica da época,o
Harvest foi o seu primeiro album popular.

Deste álbum segue uma das pérolas desse álbum, NEIL YOUNG - HEART OF GOLD

Michael Jackson

Publicado por admin em 03 Jul 2009 | sob: Michael Jackson

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Dos textos que li a respeito do rei do pop, os mais legais foram escrito por Álvaro Pereira Júnior para o Folhateen e o Andre Forastieri para o seu blog pessoal (http://andreforastieri.uol.com.br/).

Álvaro Pereira Júnior - cby2k@uol.com.br

Não vai haver ninguém como Michael Jackson

Quando Frank Sinatra morreu, em 98, houve quem dissesse que o século 20 acabava ali. Mas talvez não. Talvez tenha acabado só agora, no dia 25 de junho, quando o coração de Michael Jackson parou.
Nunca vai haver um astro como ele. Perto da dimensão de Michael, como artista e como celebridade bizarra, alguém como Justin Timberlake, para citar uma estrela dos tempos atuais, parece um monge budista. Sem graça nem “drive”.
Jackson representa uma época que não volta. Foi o cara que vendeu dezenas de milhões de discos, que vivia como marajá pendurado na gravadora, que gastava zilhões para fazer um videoclipe.
Hoje, ninguém mais vende nada, as gravadoras não têm dinheiro para bancar maluco nenhum e qualquer câmera comprada na loja da esquina (mais softwares de pós-produção que podem custar nada) geram um videoclipe de primeira classe.
Os novos tempos foram cruéis para Michael. Ao mesmo tempo em que as vendas de CDs caíam para todo mundo, ele se afundava numa realidade paralela -uma espécie de Elvis negro, isolado, doente e improdutivo.
Como apontou o crítico Jon Pareles, do “New York Times”, ele era um paradoxo: como criança, era um prodígio, um pequeno adulto. Como adulto, era infantilizado.
Compara-se muito Jackson a Elvis e a Madonna, mas ele ganha no cotejo. Porque era músico, produtor, artista multimídia e compositor. Não era um simples boneco que cantava o que os outros escreviam para ele.
Mas era também um alucinado de primeira ordem. Alguém com fragilidades físicas e psicológicas que afetaram diretamente a qualidade e a frequência de sua atividade artística. Aí, a comparação mais apropriada é com Brian Wilson, dos Beach Boys, também filho de pai tirano e músico frustrado.
Wilson, 67, está vivo, um zumbi de si mesmo. Jackson morreu antes de chegar a esse ponto.

Michael Jackson, o querubim endiabrado
Andre Forastieri

Michael Jackson aprendeu a cantar como um anjo e dançar como um cafetão fazendo shows em puteiros aos oito anos de idade. Levava surra do pai, Joseph, se não se apresentasse bem, se não ensaiasse o suficiente - qualquer razão era boa. Os irmãos Jackson entravam todos no couro.

Michael, o sétimo filho e óbvia estrela do grupo, apanhava mais.

Na casa dos Jackson era deus no céu - Jeová, eram Testemunhas - e Joseph na terra. O pai tinha tentado se dar bem como artista. Acabou metalúrgico e empresário e feitor dos filhos.

Devemos a esta figura detestável o maior artista que a música jamais teve. Contra números não há argumentos. São 750 milhões de discos vendidos até agora.

O Jackson 5 estreou em 1967, mas foi em 1968 que passaram a fazer parte do elenco da mais eficiente máquina de produção de hits em série da música pop. A Motown Records foi fundada por Berry Gordy em 59. Seu primeiro hit foi composta pelo próprio Gordy, “Money (That’s What I Want)”. Declaração de princípios, ou falta de. A Motown fazia qualquer coisa por um sucesso.

Os primeiros singles do Jackson 5 na Motown foram “I Want You Back”, “ABC” “The Love You Save” e “I’ll Be There”. Já mereciam os livros de história. Os programas de TV da época não mentem. Michael era endiabrado. Requebrava como James Brown, cantava como Stevie Wonder e era fofo como um querubim.

O primeiro disco solo chegou aos 17 anos, “Got to Be There”. De 76 a 84, Jackson seria não só o frontman do Jackson 5 - depois rebatizado como The Jacksons - mas seu principal compositor.

Em 1978, já com vinte anos, Jackson encontrou uma outra figura paterna.

O experiente jazzista Quincy Jones, diretor musical do filme “The Wiz” - em que Michael encarnava o Espantalho do mundo de Oz - produziria com Jackson “Off The Wall” e “Thriller”.

“Thriller” fez a ponte entre o soul dos 60, a disco dos 70 e o novo rock dos 80. Era new wave. Era pop, o melhor do pop de três décadas. E popular: vendeu 109 milhões de cópias, recorde para sempre imbatível.

Jackson tinha 37% do preço de cada disco vendido.

Os anos seguintes foram de esquisitice crescente - parte marketing, parte verdadeira. Em 1987, Michael lançaria “Bad”, uma tentativa de repetir “Thriller”. Vendeu, mas vendeu menos. Soava quase sempre histérico, equivocado e pior, velho. Aos 29 anos, o superastro estava ultrapassado. Era uma anedota bilionária.

O que veio depois é menos importante musicalmente. Em alguns casos, constrangedor. A música piorou. Ficou impossível dissociar Michael, o artista, de Michael, o homem cada vez mais distante de sua humanidade.

Com sua morte, tudo será perdoado, como foi a seu ídolo, James Brown. Agora não é mais um slogan vazio: Michael Jackson será para sempre o Rei do Pop.

Integrantes do New Order formam nova banda sem Peter Hook

Publicado por admin em 16 Jun 2009 | sob: New Order

Os integrantes do New Order Bernard Sumner, Stephen Morris e Phil Cunningham formaram uma nova banda sem o baixista Peter Hook.

Batizado de Bad Lieutenant, o grupo conta com Alex James, do Blur, no baixo.

O álbum de estreia do novo projeto já está gravado e deve sair em outubro deste ano.

“Estou muito orgulhoso, é um disco excelente”, disse Sumner em entrevista à BBC. “É repleto de guitarras também, porque temos três guitarristas na banda.”

O músico mencionou rapidamente a saída de Peter Hook do grupo, em 2008.

“Nós nos dividimos em duas facções: uma tem Steve, Phil e eu, a outra tem Peter Hook. Basicamente, foi ele quem deixou a banda, e isso é tudo o que eu quero dizer sobre o assunto.”

Radiohead lança extras de “In Rainbows” online pela primeira vez

Publicado por admin em 09 Jun 2009 | sob: Radiohead

Radiohead

O Radiohead colocou para venda online, pela primeira vez, o segundo disco da edição de luxo de “In Rainbows” (2007). O CD extra, que tem músicas como “Go Slowly”, “Last Flowers” e “Up On The Leader”, está disponível na loja virtual da banda, w.a.s.t.e.

Além da íntegra de “In Rainbows”, também está disponível para compra o disco solo de Thom Yorke, “The Eraser” (2006). Na época, o vocalista fez algumas apresentações acústicas e em eventos de caridade, mas não excursionou para promover o álbum. A trilha sonora do filme “Sangue Negro”, composta pelo guitarrista Jonny Greenwood, também está a venda.

No dia 19 de julho, Thom Yorke fará um raro show solo no festival Latitude, que acontece em Suffolk, Inglaterra. No mês passado, o Radiohead entrou em estúdio para começar a trabalhar no sucessor de “In Rainbows”.

UNKLE

Publicado por admin em 30 Mai 2009 | sob: DJ Shadow, UNKLE

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Banda inglesa formada em 1994 por James Lavell, Kudo, Richard File, Pablo Clements e Tim Goldsworthy.

O DJ Shadow era da primeira formação do primeiro disco da banda, Psyence Fiction de 1998. Logo depois dessa gravação, ele deixou a banda.

Em 2007, com a saída de Richard File o grupo está composto apenas pela dupla James Lavelle e Pablo Clements que lançou “More Stories” em janeiro de 2008.

Albums

* “Psyence Fiction” (1998)
* “Never, Never, Land” (2003)
* “Self Defence: Never, Never, Land Reconstructed and Bonus Beats” (4 Disc Box Set) (2006)
* “War Stories” (2007)
* “More Stories” (2008)

Projetos Paralelos - THE GLOVE

Publicado por admin em 14 Mai 2009 | sob: THE GLOVE, Robert Smith, Steven Severin

A convivência diária de uma banda deve ser algo estafante, que tolha o seu espírito criativo. Ou não. Podemos ter bandas em que seu dia-a-dia seja harmonioso e criativo.

De um jeito ou de outro, os músicos sempre estão envoltos aos PROJETOS PARALELOS. Seja para ir atrás de novas experiências musicais ou simplesmente pelo simples prazer de tocar. Tocar por tocar.

Há diversos projetos bem sucedidos. Este post vai falar do THE GLOVE.

THE GLOVE - Blue Sunshine

Projeto do vocalista e guitarrista Robert Smith do Cure e do baixista do Siouxsie and the Banshees, Steven Severin.

The Cure tocou na primeira turnê dos Banshees. Inclusive Robert Smith chegou a tocar com eles.

Em 1983, foi lançado “Blue Sunshine”, o único trabalho da dupla. Álbum bem psicodélico com melodias pop dos anos 80.

* Like an Animal 4:44
* Looking Glass Girl 4:56
* Sex-Eye-Make-Up 4:24
* Mr. Alphabet Says - 3:50
* A Blue in Drag - 3:12
* Punish Me with Kisses - 3:40
* This Green City - 4:34
* Orgy - 3:19
* Perfect Murder - 4:28
* Relax - 6:03
* Mouth to Mouth - 5:35
* The Tightrope - 3:12
* Like an Animal - 6:35

Filme sobre CBGB (Country, Blue Grass, and Blues)

Publicado por admin em 30 Abr 2009 | sob: CBGB, Television, Talking Head, Ramones, Blondie, Dead Boys, Hilly Kristal

O CBGB sempre causou uma primeira impressão forte, mesmo antes de o lugar criado numa parte decadente de Manhattan com o intuito de ser um clube de música country ter se tornado uma meca do rock’n'roll conhecida em todo o mundo.

Talvez fossem seus banheiros, que, dependendo do ponto de vista de quem os frequentava, podiam ser asquerosamente sujos ou um lugar artístico, recoberto de grafites, próprio para encontrar sexo e drogas.

Talvez fossem as pessoas, os punks tatuados em seu interior ou os ambulantes do lado de fora.

Mas o principal sempre foi a música, como mostra um novo documentário exibido no Festival de Cinema Tribeca. “Burning down the house: The story of CBGB”, da diretora Mandy Stein, que revive a paixão suscitada pelo clube fechado em 2006 em função de uma disputa sobre o aluguel da casa, após 33 anos em funcionamento.

O falecido Hilly Kristal fundou o clube em 1973 esperando dar destaque à música country e o batizou de CBGB & OMFUG, iniciais de “Country, Bluegrass, Blues and Other Music For Uplifting Gormandizers” (country, bluegrass, blues e outras músicas para elevar o espírito de glutões).

Punk rock

Mas apenas os fãs do punk rock se dispunham a ir até o decadente distrito de Bowery, histórico ponto de atração de vadios e mendigos e que hoje é um bairro chique. O espaço hoje é alugado pelo estilista John Varvatos, presume-se que por muito mais do que os 19 mil dólares mensais que Kristal pagava por seu uso.

O CBGB proporcionava a artistas iniciantes um lugar para se apresentar, e muitos partiram dali para o estrelato. Muitos veem o clube como o berço do punk rock americano.

“Na primeira vez em que entrei no CBGB, os Ramones estavam se apresentando, e também uma versão inicial do Blondie, antes de se chamar Blondie. Pensei ‘cara, vim para o lugar certo’”, recordou Chris Frantz, baterista do Talking Heads (banda que compôs a música que dá nome ao documentário), que fez sua primeira apresentação ali, em 1975, abrindo a noite para os Ramones.

A banda The Police se apresentou ali em 1978, antes de chegar à fama internacional, e o vocalista Sting fala do clube em tom reverente. Outros artistas, como Television e Patti Smith, criaram uma reverberação que, com o tempo, passou a atrair fãs de todo o mundo.

Mandy Stein se mudou de Los Angeles para Nova York em 2005 para fazer a crônica da disputa crescente sobre o aluguel entre o CBGB e a organização Comitê de Residentes do Bowery, que presta serviços a sem-teto e é a proprietária do imóvel.

Hilly Kristal

O documentário focaliza também o homem que estava ao centro de tudo, Hilly Kristal, incluindo seu plano de transferir o clube para Las Vegas e sua morte de câncer em agosto de 2007.

“Sempre achei Hilly um cara maravilhoso, corajoso e filosófico”, comentou Frantz. “Para ele, não importava se sua banda fosse famosa. Desde que seu trabalho fosse sincero, Hilly lhe daria uma chance de mostrá-lo.”

Mas o filho de Kristal, Dana Kristal, disse que o filme não deu crédito a sua mãe, Karen Kristal, por ter desenhado o famoso toldo e as camisetas do CBGB, cuidar da administração do clube e de matinês de domingo que viraram uma das grandes atrações nos anos 1980.

fonte: G1

Sera uma Homenagem????

Publicado por admin em 22 Abr 2009 | sob: Dandy Warhols, Duran Duran

BUSH canta U2

Publicado por admin em 21 Abr 2009 | sob: Bush, U2

O+S

Publicado por admin em 21 Abr 2009 | sob: O+S

O+S é um projeto de Orenda Fink(Azure Ray, Art In Manila) e Scalpelist (aka Cedric LeMoyne of Remy Zero).

Orenda e Scalpelist, amigos de longa data, tem combinado a escura e etéria musica de David Lynch com folk e com art-pop. Com produção de Michael Patterson (Beck, Notorious B.I.G., Black Rebel Motorcycle Club), O+S nos deixa um unico som que é mais que a soma das partes.

Merece atenção: http://www.myspace.com/opluss

Novo do Depeche Mode

Publicado por admin em 14 Abr 2009 | sob: Depeche Mode

Depeche Mode disponibilizou seu novo álbum, “Sounds of the Universe”, para audição on-line em streaming. O disco pode ser ouvido no site do semanário inglês “NME”, através do novo widget “We7”.

NME

Ou direto do site do We7

Patti Smith: Dream of Life

Publicado por admin em 08 Abr 2009 | sob: Patti Smith

PS - PS

O documentário Patti Smith - Dream of Life reflete, com nitidez, a alma e a arte dessa artista voraz, talentosa e combativa.

O filme aborda a vida pessoal e profissional da cantora nos últimos 30 anos.

O diretor Steven Sebring, que estreou a película no Sundance Festival desse ano, foi feliz ao ligar a câmera e seguir Patti em seus momentos simples, profundos, tristes, alegres, rockers, ativista, avassaladora, furiosa, filha e mãe. É um filme de arte, não um documentário que narra à carreira de uma artista emoldurando seus feitos. Mas um mergulho na alma de uma guerreira fiel a sua idéias e completamente inserida, como o também genial Neil Young, no mundo contemporâneo do virtual impessoal. Patti é um alerta para a urgência que existe neste mundo. “Tudo hoje nos é apresentado num formato digerível, acessível ao apertar de um botão”.

Nova banda de Jack White - Dead Weather

Publicado por admin em 08 Abr 2009 | sob: Dead Weather, Jack White, Raconteurs, Queens of the Stone Age

O The Dead Weather, nova banda do cantor e guitarrista Jack White, líder do White Stripes e do Raconteurs, anunciou seu primeiro show em público. A estreia do grupo na frente dos fãs será no próximo dia 14 de abril no Bowery Ballroom, em Nova York.

A cantora Alison Mosshart, também conhecida como VV, do The Kills, faz parte do grupo, ao lado de Jack Lawrence, do Raconteurs, no baixo, e Dean Fertita, do Queens of the Stone Age,

White – que toca bateria nesta nova formação - convidou amigos e jornalistas, num total de 150 pessoas, para o show de estreia da banda na inauguração da sede do selo Third Man Records, em março.

De acordo com a gravadora, o grupo vai lançar seu primeiro álbum, “Horehound”, em junho.

O trabalho foi produzido pelo próprio músico e terá como single a faixa “Hang you from the heavens”, que já pode ser ouvida no site do The Dead Weather.

O single será lançado em forma de compacto contendo um cover de Gary Numan, “Are friends electric?”.

PJ Harvey & John Parish

Publicado por admin em 01 Abr 2009 | sob: PJ Harvey & John Parish, PJ Harvey

Single do segundo álbum em conjunto por PJ Harvey e seu amigo e colaborador ocasional John Parish lançado dia 31 de Março, “Black Hearted Love” detém uma beleza rockeira absoluta.

( MAIS… )

O que rolava em 1993

Publicado por admin em 29 Mar 2009 | sob: Grunge


SONS de 1993 - SONS de 1993
1993 - 1993

01 - Love Your Money - Daisy Chainsaw
02 - Shadow of the Season - Screaming Trees
03 - Touch me i’m sick - Mudhoney
04 - Would? - Alice in Chains
05 - Breath - Pearl Jam
06 - Operation Spirit (The Tyranny of Tradition) - Live
07 - Been A Son - Nirvana
08 - Cylinder Head - LoveBlobs
09 - Waltzing Back - The Cranberries
10 - Daydream - The Smashing Pumpkins
11 - Overblown - Mudhoney
12 - Wargasm - L7
13 - Monster - L7
14 - Nearly Lost You - Screaming Trees
15 - Birth Ritual - Soundgarden

Depeche Mode - WRONG

Publicado por admin em 23 Mar 2009 | sob: Depeche Mode

Depeche Mode - Wrong
do album Sounds Of The Universe
Lançado em 20 de Abril de 2009 (UK) / 21 de Abril de 2009 (USA)

Diretor: Patrick Daughters
Actor (in car): Julian Gross

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